Postado em: 07/05/2014 às 00:05 - Por: Neli Carpinter

Em homenagem ao dia das Mães – Para nossa alegria – teremos dois vídeos:



E ai, curtiram? Deixe seu comentário e aguarde …

Semana que vem tem mais!

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Postado em: 06/05/2014 às 06:46 - Por: Nelia Carvalho

Oi gente!

Eu sou a Nélia, irmã caçula da Neli. A partir de hoje serei a nova colunista do Vida Que Segue.
Para conhecer um pouco mais sobre mim é só acessar o perfil aqui.
Vou escrever alguns artigos, falar de artes e postar alguns poemas.

Espero que gostem e curtam esse novo momento do VQS.

Para começar, vou apresentar a vocês as quatro primeiras telas que pintei.

Por: Nelia Carvalho

Por: Nelia Carvalho


1- Fiz essa tela me sentindo naquela estrada como se no final dela eu fosse encontrar algo que estava à procura, mas não sabia o que. E ao terminar me senti realizada, foi como aguardar o nascimento de um filho e tê-lo nos braços…

Por: Nelia Carvalho

Por: Nelia Carvalho


2- Essa é a grande paixão de meu marido. Já tive ofertas nela, mas não o vendi, pois foi a primeira tela que pintei. Antes só fazia grafite.

Por: Nelia Carvalho

Por: Nelia Carvalho


3- Esta tela retrata o habitat que o homem verdadeiramente procura nesta busca pela perfeição, uma entrada encantada ao paraíso terreno.

Por: Nelia Carvalho

Por: Nelia Carvalho


4- Esta retrata um momento melancólico de solidão. O eu inspirando o meu eu.

Você gosta de pintar, desenhar, escrever? Deixe aí nos comentários os tipos de arte que você curte.

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Postado em: 04/05/2014 às 01:26 - Por: Neli Carpinter

Pode uma mulher que confia cegamente no marido, namorado, peguete e afins, sentir ciúmes, essa emoção tão doentia, antipática e imatura?

Eu digo que sim, é completamente possível. Não vejo o ciúme como sinônimo de desconfiança, mas sim como certeza de que sei o que é bom e agrada.

coracao

O ciúme está sempre pronto para atacar, por motivos mínimos. Seja um olhar mais demorado, uma conversa prolongada ou até mesmo um entusiasmo pela opinião de sua amiga sobre algum assunto. De fato, pode-se sentir ciúmes até mesmo da família, que trata o seu companheiro com carinho. Mas, geralmente, são as outras mulheres que despertam os maiores ciúmes.

Penso que o elemento dos pensamentos de muitas de nós que já estamos com nossos companheiros há alguns anos, no meu caso, há 26 anos, é o fato de que não mais deslumbramos, seduzimos ou agradamos a nossa “cara metade”. Há muito ele já nos vê de cara lavada, de roupa batida, sem nenhuma vaidade visível, já ouviu nossos roncos e com certeza já não suporta mais nossas vozes reclamando de seus hábitos. Eis os nossos fantasmas!

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Quando o “marido” conversa com outra mulher sobre algo que já nos contou inúmeras vezes e já não damos atenção, ele vê em seu olhar interesse sobre o assunto. Quando incentivado por um sorriso então, o marido pode repentinamente sentir-se atraído por ela e encantar-se. E, enquanto isso, nós ficamos enciumadas e lembramos que existe um estoque interminável de outras “lá fora”.

Não quero dizer que nós, esposas, passamos todos os momentos nos sentindo ameaçadas. Muitas vezes parece não importar se nossos maridos estão realmente tendo encontros, sentindo atração por outras mulheres ou se estão apenas sendo atenciosos e educados. Quando ficamos com ciúmes, a razão desaparece, agimos com o coração e praticamos todas as coisas mesquinhas, malvadas, desesperadas e muitas vezes grotescas.

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Como lutar contra esses fantasmas? Nessas horas, creio, a prática do silêncio é uma grande aliada das mulheres ciumentas, pois consegue além de despertar o interesse do marido, manter a distinção (Já li isso em algum lugar, mas não lembro onde). Pense nisso!

Mas a melhor forma mesmo de enfrentar o ciúme é tornando-se encantadora e versátil e ter a certeza disso. Nós sabemos bem como fazer isso, não é?

E, confesso, apesar de fazer tudo isso e confiar cegamente, vou continuar a me preocupar com as mulheres que atravessarem a minha frente. E, se um dia eu encontrar batom na camisa do meu marido, com certeza, vou fazer um escândalo. Mas, nos dias em que me sinto mais segura, admito que, se ele não tem atrativos para outras mulheres e é incapaz de me fazer sentir ciúmes, nunca poderia ser o tipo de homem que eu amo. Por isso disse lá em cima que “o ciúme não é sinônimo de desconfiança, mas sim a certeza de que sei o que é bom e agrada”.

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Postado em: 01/05/2014 às 15:35 - Por: Neli Carpinter
Este post faz parte da blogagem coletiva do mês de abril promovido pelo Rotaroots, um grupo de blogueiros saudosistas que resgata a velha e verdadeira paixão por manter seus diários virtuais. O tema do meme desse mês foi sugerido por Erika Leite e do Filipe Souza.
Para ler outras blogagens coletivas do Rotaroots, clique aqui. Quer participar? Então faça parte do nosso grupo no Facebook e inscreva-se no Rotation.

Como sou dos anos sessenta, meus amores platônicos são praticamente dos anos 70/80 e dois deles apareceram também no meme do mês de abril com seus discos marcantes em minha vida.
Vamos aos meus cinco amores. Não posso deixar de lembrar que são platônicos, tá marido?

Sidney Magal

Imagem: reprodução Google

Imagem: reprodução Google


Esse foi um encantamento pelo seu jeito de dançar e se vestir. Gosto muito de trajes ciganos, apesar de até hoje morrer de medo quando encontro uma cigana de verdade na rua.
Seu maior sucesso é “Sandra Rosa Madalena, a Cigana”, muito tocada entre o final dos anos 70 e início dos anos 80 e eu não podia ouvir que já ficava toda com cara de xonada. No início dos anos 90 com a explosão da lambada, ele fez sucesso com a música “Me Chama que eu Vou”, que foi inclusive tema de novela Rainha da Sucata. Nessa época eu estava grávida e tomei nojo dele. Me dava ânsia quando ouvia a música.


Jose Mayer

Imagem: reprodução Google

Imagem: reprodução Google


Comecei a me apaixonar por ele em 1985 quando participou da novela “A Gata Comeu” e consolidei a paixão em 1988 na novela “Fera Radical”. Continuo amando-o, mas seus últimos papéis na TV foram broxantes e, pelo que vi, ele será um gay na próxima novela. Será que continuarei apaixonada? Se for um gay charmoso, com certeza.


Homem de 6 milhoes de dólares – Steve Austin (Lee Majors)

Imagem: reprodução Google

Imagem: reprodução Google


Tive um amor platônico pelo personagem, não pelo homem. Era uma série sobre o ciborgue Steve Austin, interpretado pelo ator Lee Majors. No Brasil a série se denominou O Homem de Seis Milhões de Dólares.
Eu queria muito ter uma marido como ele. Veloz, forte e gostoso.


Elymar Santos

Imagem: reprodução Google

Imagem: reprodução Google


Esse também tinha um estilo meio que cigano. Seu jeito me encantou desde a primeira vez que o vi. Sou fascinada por ele e suas músicas até hoje.
Uma curiosidade sobre Elymar: ele atingiu o sucesso num lance de ousadia: vendeu tudo o tinha para fazer um espetáculo na maior casa de shows do Rio, o Canecão, em 1985. Encheu a casa e deslanchou sua carreira.


Dr House

Imagem: reprodução Google

Imagem: reprodução Google


Outro que sou apaixonada pelo personagem: Dr. Gregory House, interpretado pelo ator inglês Hugh Laurie.
Esse amor é muito atual. Já cheguei até a sonhar com ele. Acho-o muito charmoso e gostosinho.


E você, tem ou teve amores platônicos famosos? Conte aqui que vou gostar de saber.

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