Postado em: 11/05/2014 às 00:01 - Por: Neli Carpinter

Para homenagear a minha mãe, tenho que fazer uma busca em minha memória afetiva, visto que perdi minha mãe muito cedo. Estava com nove anos quando ela partiu para junto de Deus. Mas lembro claramente de como ela era, de seu sorriso e do amor que ela demonstrava por mim.

Tenho na verdade três mães. Duas, mães mesmo! A minha mãe de sangue, que me deu à luz e a minha mãe que me criou, que também era de sangue, pois era minha avó e a terceira, Arlete. Então hoje, nesse dia dedicado especialmente a elas, quero deixar registrado aqui todo o meu carinho e agradecimento.

flores
A minha mãe Irani, por me dar a vida, por me fazer sentir amada e por ter sido a guerreira que foi. Quem a conheceu sabe como teve uma vida difícil.
A minha mãe-avó-madrinha Isaura, por ter sido a mãe que foi para mim, para meus irmãos, para minhas tias e também para os outros muitos filhos dos outros que criou ou ajudou a criar. Em sua casa e em seu coração sempre cabia mais um, dois, três…
A minha terceira mãe, do coração, que amo muito também, Arlete. Quando a conheci tinha 16 anos, mas como me ajudou essa mulher! Sempre pude e sei que posso contar com o carinho dela.

A vocês minhas três mães, o que posso dizer hoje é só OBRIGADA! OBRIGADA! e OBRIGADA!
Vocês sempre serão muito especiais em minha vida.

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Postado em: 07/05/2014 às 00:05 - Por: Neli Carpinter

Em homenagem ao dia das Mães – Para nossa alegria – teremos dois vídeos:



E ai, curtiram? Deixe seu comentário e aguarde …

Semana que vem tem mais!

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Postado em: 06/05/2014 às 06:46 - Por: Nelia Carvalho

Oi gente!

Eu sou a Nélia, irmã caçula da Neli. A partir de hoje serei a nova colunista do Vida Que Segue.
Para conhecer um pouco mais sobre mim é só acessar o perfil aqui.
Vou escrever alguns artigos, falar de artes e postar alguns poemas.

Espero que gostem e curtam esse novo momento do VQS.

Para começar, vou apresentar a vocês as quatro primeiras telas que pintei.

Por: Nelia Carvalho

Por: Nelia Carvalho


1- Fiz essa tela me sentindo naquela estrada como se no final dela eu fosse encontrar algo que estava à procura, mas não sabia o que. E ao terminar me senti realizada, foi como aguardar o nascimento de um filho e tê-lo nos braços…

Por: Nelia Carvalho

Por: Nelia Carvalho


2- Essa é a grande paixão de meu marido. Já tive ofertas nela, mas não o vendi, pois foi a primeira tela que pintei. Antes só fazia grafite.

Por: Nelia Carvalho

Por: Nelia Carvalho


3- Esta tela retrata o habitat que o homem verdadeiramente procura nesta busca pela perfeição, uma entrada encantada ao paraíso terreno.

Por: Nelia Carvalho

Por: Nelia Carvalho


4- Esta retrata um momento melancólico de solidão. O eu inspirando o meu eu.

Você gosta de pintar, desenhar, escrever? Deixe aí nos comentários os tipos de arte que você curte.

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Postado em: 04/05/2014 às 01:26 - Por: Neli Carpinter

Pode uma mulher que confia cegamente no marido, namorado, peguete e afins, sentir ciúmes, essa emoção tão doentia, antipática e imatura?

Eu digo que sim, é completamente possível. Não vejo o ciúme como sinônimo de desconfiança, mas sim como certeza de que sei o que é bom e agrada.

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O ciúme está sempre pronto para atacar, por motivos mínimos. Seja um olhar mais demorado, uma conversa prolongada ou até mesmo um entusiasmo pela opinião de sua amiga sobre algum assunto. De fato, pode-se sentir ciúmes até mesmo da família, que trata o seu companheiro com carinho. Mas, geralmente, são as outras mulheres que despertam os maiores ciúmes.

Penso que o elemento dos pensamentos de muitas de nós que já estamos com nossos companheiros há alguns anos, no meu caso, há 26 anos, é o fato de que não mais deslumbramos, seduzimos ou agradamos a nossa “cara metade”. Há muito ele já nos vê de cara lavada, de roupa batida, sem nenhuma vaidade visível, já ouviu nossos roncos e com certeza já não suporta mais nossas vozes reclamando de seus hábitos. Eis os nossos fantasmas!

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Quando o “marido” conversa com outra mulher sobre algo que já nos contou inúmeras vezes e já não damos atenção, ele vê em seu olhar interesse sobre o assunto. Quando incentivado por um sorriso então, o marido pode repentinamente sentir-se atraído por ela e encantar-se. E, enquanto isso, nós ficamos enciumadas e lembramos que existe um estoque interminável de outras “lá fora”.

Não quero dizer que nós, esposas, passamos todos os momentos nos sentindo ameaçadas. Muitas vezes parece não importar se nossos maridos estão realmente tendo encontros, sentindo atração por outras mulheres ou se estão apenas sendo atenciosos e educados. Quando ficamos com ciúmes, a razão desaparece, agimos com o coração e praticamos todas as coisas mesquinhas, malvadas, desesperadas e muitas vezes grotescas.

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Como lutar contra esses fantasmas? Nessas horas, creio, a prática do silêncio é uma grande aliada das mulheres ciumentas, pois consegue além de despertar o interesse do marido, manter a distinção (Já li isso em algum lugar, mas não lembro onde). Pense nisso!

Mas a melhor forma mesmo de enfrentar o ciúme é tornando-se encantadora e versátil e ter a certeza disso. Nós sabemos bem como fazer isso, não é?

E, confesso, apesar de fazer tudo isso e confiar cegamente, vou continuar a me preocupar com as mulheres que atravessarem a minha frente. E, se um dia eu encontrar batom na camisa do meu marido, com certeza, vou fazer um escândalo. Mas, nos dias em que me sinto mais segura, admito que, se ele não tem atrativos para outras mulheres e é incapaz de me fazer sentir ciúmes, nunca poderia ser o tipo de homem que eu amo. Por isso disse lá em cima que “o ciúme não é sinônimo de desconfiança, mas sim a certeza de que sei o que é bom e agrada”.

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